Contar o que existe
Toda peça repetida entra numa lista com a tela onde aparece.
O que muda no dia a dia de quem desenha e de quem programa.

Antes de desenhar, a pessoa procura na lista e quase sempre acha.
Trocar um tom deixa de ser caçada por arquivos espalhados.
Uma regra de mensagem vale para o formulário inteiro do produto.
Design e desenvolvimento passam a chamar a mesma peça pelo mesmo nome.
Cada componente nasce com comportamento nas duas larguras.
A documentação e o vídeo de repasse encurtam a entrada do time novo.
Sistema de design não começa por arquivo bonito: começa por contagem. No último inventário que fizemos apareceram onze alturas de botão e sete cinzas diferentes num produto de quatro telas.
Toda peça repetida entra numa lista com a tela onde aparece.
Nome curto, em português, escolhido junto com quem programa.
Uma régua de oito passos encerra a discussão de margem.
Cada tom ganha um papel: aviso, erro, apoio, fundo.
Cinco tamanhos de texto, nenhum improvisado no meio da tela.
Foco, erro, desativado e carregando desenhados uma vez só.
Quando usar e quando não usar, em duas linhas por peça.
O componente do repositório e o do arquivo se chamam igual.
Quase ninguém sabe responder de cabeça. O inventário responde em duas semanas, com a lista de conflitos em ordem de incômodo.